Mostrando postagens com marcador enxoval. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador enxoval. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Na nossa roda de grávidas dessa semana surgiu o assunto das finanças familiares e o impacto causado pela chegada de uma criança. Junto a isso, a discussão sobre o pós-parto e o retorno ao trabalho.
Mulheres, a chegada de um bebê é um evento que impacta toda a família e gera uma série de crises (não no sentido ruim da palavra, no sentido de levar várias situações ao limite, mesmo). Já abordamos aqui, anteriormente, o turbilhão emocional que é o puerpério, a mistura de sentimentos bons e ruins, a sensação de incapacidade, o medo, etc. Porém, além disso, é muito importante falar também sobre os aspectos mais materiais dessa chegada.
Durante a gestação, fazemos, por exemplo, o enxoval do bebê. Tenho visto muitas mulheres gastando fortunas e comprando roupinhas como se fosse viver isolada da sociedade todo o primeiro ano de seu bebê. Desse jeito é claro que o impacto financeiro sobre a família vai ser mesmo muito grande. A verdade é que, em se tratando de gastos com bebê, menos é mais. As roupinhas que você precisa comprar enquanto grávida são mesmo só as RN e P. E o importante é ter as básicas! Bodyzinho simples de algodão, calça, macacãozinho, essas de ficar em casa mesmo. A mulherada empolga e compra mil roupas megatransadas de sair, gastam uma nota e no final tem que comprar mais roupa porque as básicas mesmo ficaram esquecidas. E, na boa, quando seu bebê começar a usar M você já está craque em sair com ele no carrinho ou no sling, e compra!
Outro gasto que é meramente estético é sapatinho. Já pensou que os bebês não andam? Algumas meinhas bem transadas são muito mais úteis do que os caríssimos sapatinhos de bebê.
Mais um aspecto importante a se pensar é o tal do carrinho. São N² modelos, a gente fica super confusa! O único critério que você precisa levar em consideração é: eu consigo montar e desmontar esse carrinho sozinha e sem nenhuma dificuldade? Porque é isso que vale num carrinho, você conseguir passear com seu bebê sem depender de ninguém!
Uma dica de economia que vale ouro é fazer compras nos brechós. Algumas mulheres torcem o nariz para essa possibilidade, principalmente as mães de primeira viagem. Mas quem já tem filhos sabem o quanto eles perdem roupinha rápido! As roupas que estão à venda num brechó foram pouquíssimo usadas (às vezes nem foram usadas) e de quebra você encontra brinquedos, carrinho, berço, cadeira de alimentação, tudo de qualidade num preço bem mais camarada. Fora que é bem mais sustentável reutilizar do que comprar novo!
Quanto ao quartinho, vale a pena dar uma conferida no nosso post sobre quartos montessorianos. Porque a real é que montamos quartinhos de príncipes e princesas, mas nada interessantes para os principais interessados: as crianças! Criança não curte tons pastéis, né?! Criança gosta é de colorido, de poder tocar nas coisas, de se ver, de experimentar! E fazer um quartinho montessoriano é bem mais simples e barato do que os quartinhos tradicionais.
Claro, minha amiga, se você estiver com dinheiro sobrando, ok, realize todos os seus sonhos e compre tudo o que quiser, mas tenho visto muitas mulheres se endividarem com a chegada de um filho, e isso não é saudável para a família, tende a gerar ainda mais crises no pós-parto! Nesse caso, dois sapatinhos que você deixa de comprar pagam a diária de uma boa faxineira que, você vai ver e concordar comigo, é beeeem mais útil e importante do que sapatinhos! kkkkkk

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Ah, vamos falar de enxoval também?


As futuras mamães, principalmente as de primeira viagem, costumam ficar bastante confusas com as listas de enxoval. Eu lembro que, grávida da minha primeira filha, eu não fazia ideia de quantas peças de roupa, de que tipo e de que tamanho comprar. Fora os nomes, que não me diziam nada, como “pagãozinho”, “cueiro”, “moisés”, e por aí vai...
Para ajudar, seguem algumas dicas quanto ao enxoval:
1. NÃO COMPRE. Kkkkkkkk! Mas é sério, segure o impulso! A gente fica morrendo de vontade de comprar tudo o que vê, mas depois fica cheia de itens duplicados, porque acabamos ganhando um monte de coisas de presente! Tenha paciência, adie as compras o máximo possível.
2. FAÇA UMA LISTA. Tenha uma lista, enxuta, do que precisa. Assim, quando alguém perguntar sobre o que dar de presente, em vez de responder que não sabe , você pode dar uma série de opções para a pessoa. Ter essa lista no celular, em aplicativos como o evernote, é melhor ainda, pois assim ela estará sempre à mão.
3. Lembre-se de que você vai trazer um bebê ao mundo, e não se mudar para a Sibéria. A impressão que eu tenho é de que a maioria das mães acha que vai passar o primeiro ano do bebê no alto de uma montanha no Tibet, gente... Não é preciso ter absolutamente tudo antes do bebê nascer! Por exemplo, roupinhas tamanho G – quando é que o bebê vai usar isso? Será que até lá você já não vai poder sair junto com ele e comprar? Se faltar alguma coisa nos primeiros dias, não é o fim do mundo, você vai simplesmente encarregar o papai de ir à loja de bebês mais próxima, ou à farmácia, ou ao supermercado, e comprar.
4. MENOS É MAIS. Conversando com mães de bebês de 5, 6 meses, é grande a chance de você ouvir um “Nossa, comprei e nunca usei”, “Puxa, fulaninho perdeu x roupas e y sapatinhos sem nunca usar”. Tente evitar esse desperdício, num planeta em que a escassez assola a tantos.
5. Pesquise sobre FRALDAS DE PANO MODERNAS. Temos uma imagem muito ruim das fraldas de pano, como algo ultrapassado e trabalhoso. Se você der uma googlada rápida, vai ver que as fraldas de pano modernas são práticas, sustentáveis e LIIIIIINDAS!
6. Compre um SLING. Juro pra você que ele é a coisa mais maravilhosa do mundo! No sling seu bebê vai estar em contato com você, enroscadinho, se sentindo dentro da barriga de novo, vai dormir um monte e você vai continuar com as mãos livres para fazer o que quiser.
7. Compre um BALDE ou OFURÔ para dar banho no bebê. Gente, a banheira dá um trabalho danado para encher, para esvaziar... Banho de balde é muito mais simples de dar e os bebês adora, relaxam que é uma coisa! E logo que possível experimente a delícia que é tomar banho de chuveiro com seu bebê! O primeiro banho de chuveiro da Alice, minha mais velha, foi com 1 mês de idade; do Heitor, com 3 dias, no primeiro cocô terrível de limpar.
8. Quando for decidir sobre o CARRINHO, lembre que o mais importante de tudo é você conseguir montar e desmontar COM FACILIDADE. Não dá para depender dos outros para isso, se não você vai sempre pensar dez vezes antes de sair! O carrinho tem que ser leve e prático!
9. Vá aos BRECHÓS. Sem torcer o nariz, tá?! Gente, bebê usa tudo muito pouco, porque cresce rápido demais!!! As coisas de bebês disponíveis nos brechós são super novinhas, muitas vezes nem usadas, e você compra tudo pela metade do preço das lojas! Aqui em Brasília, recomendo muito o PEÇA RARA, da 307 sul (tem em outros endereços, mas não lembro agora, se alguém puder postar nos comentários, agradeço).
10. Lembre-se de que um bebê precisa mesmo é de PEITO, COLO e CARINHO. O resto é só o resto.
Se você gostou do post, compartilhe com alguém que também possa se beneficiar dele e curta nossa página, tem sempre informações bem legais!

domingo, 2 de agosto de 2015

Ah, vamos falar de enxoval também?

As futuras mamães, principalmente as de primeira viagem, costumam ficar bastante confusas com as listas de enxoval. Eu lembro que, grávida da minha primeira filha, eu não fazia ideia de quantas peças de roupa, de que tipo e de que tamanho comprar. Fora os nomes, que não me diziam nada, como “pagãozinho”, “cueiro”, “moisés”, e por aí vai...
Para ajudar, seguem algumas dicas quanto ao enxoval:
1. NÃO COMPRE. Kkkkkkkk! Mas é sério, segure o impulso! A gente fica morrendo de vontade de comprar tudo o que vê, mas depois fica cheia de itens duplicados, porque acabamos ganhando um monte de coisas de presente! Tenha paciência, adie as compras o máximo possível.
2. FAÇA UMA LISTA. Tenha uma lista, enxuta, do que precisa. Assim, quando alguém perguntar sobre o que dar de presente, em vez de responder que não sabe , você pode dar uma série de opções para a pessoa. Ter essa lista no celular, em aplicativos como o evernote, é melhor ainda, pois assim ela estará sempre à mão.
3. Lembre-se de que você vai trazer um bebê ao mundo, e não se mudar para a Sibéria. A impressão que eu tenho é de que a maioria das mães acha que vai passar o primeiro ano do bebê no alto de uma montanha no Tibet, gente... Não é preciso ter absolutamente tudo antes do bebê nascer! Por exemplo, roupinhas tamanho G – quando é que o bebê vai usar isso? Será que até lá você já não vai poder sair junto com ele e comprar? Se faltar alguma coisa nos primeiros dias, não é o fim do mundo, você vai simplesmente encarregar o papai de ir à loja de bebês mais próxima, ou à farmácia, ou ao supermercado, e comprar.
4. MENOS É MAIS. Conversando com mães de bebês de 5, 6 meses, é grande a chance de você ouvir um “Nossa, comprei e nunca usei”, “Puxa, fulaninho perdeu x roupas e y sapatinhos sem nunca usar”. Tente evitar esse desperdício, num planeta em que a escassez assola a tantos.
5. Pesquise sobre FRALDAS DE PANO MODERNAS. Temos uma imagem muito ruim das fraldas de pano, como algo ultrapassado e trabalhoso. Se você der uma googlada rápida, vai ver que as fraldas de pano modernas são práticas, sustentáveis e LIIIIIINDAS!
6. Compre um SLING. Juro pra você que ele é a coisa mais maravilhosa do mundo! No sling seu bebê vai estar em contato com você, enroscadinho, se sentindo dentro da barriga de novo, vai dormir um monte e você vai continuar com as mãos livres para fazer o que quiser.
7. Compre um BALDE ou OFURÔ para dar banho no bebê. Gente, a banheira dá um trabalho danado para encher, para esvaziar... Banho de balde é muito mais simples de dar e os bebês adora, relaxam que é uma coisa! E logo que possível experimente a delícia que é tomar banho de chuveiro com seu bebê! O primeiro banho de chuveiro da Alice, minha mais velha, foi com 1 mês de idade; do Heitor, com 3 dias, no primeiro cocô terrível de limpar.
8. Quando for decidir sobre o CARRINHO, lembre que o mais importante de tudo é você conseguir montar e desmontar COM FACILIDADE. Não dá para depender dos outros para isso, se não você vai sempre pensar dez vezes antes de sair! O carrinho tem que ser leve e prático!
9. Vá aos BRECHÓS. Sem torcer o nariz, tá?! Gente, bebê usa tudo muito pouco, porque cresce rápido demais!!! As coisas de bebês disponíveis nos brechós são super novinhas, muitas vezes nem usadas, e você compra tudo pela metade do preço das lojas! Aqui em Brasília, recomendo muito o PEÇA RARA, da 307 sul (tem em outros endereços, mas não lembro agora, se alguém puder postar nos comentários, agradeço).
10. Lembre-se de que um bebê precisa mesmo é de PEITO, COLO e CARINHO. O resto é só o resto.
Se você gostou do post, compartilhe com alguém que também possa se beneficiar dele e curta nossa página, tem sempre informações bem legais!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Enxoval

Esse post vai especialmente para a minha irmã Júlia, que me deu a maior alegria depois de ser mãe: vou ser tia!!! Preta, esse baby vem mais do que abençoado, desejado, babado e amado! Estou ATÔNITA de tanta felicidade!!!



Desde a descoberta da gravidez, uma questão povoa o pensamento das mamães: ENXOVAL. São móveis, roupinhas, utensílios, tantas coisas lindas e cheirosas, e queremos, obviamente, o mais lindo de tudo pro nosso baby. Caaaalma, mamães! Muito do que é oferecido no mercado materno-infantil não tem assim tanta utilidade. Hoje vou analisar alguns itens que considero importantes.


MÓVEIS:

- Berço: pra mim, foi fundamental. Mateus e eu somos barulhentos e adoramos TV, então Alice dormiu, desde bem pequena, no berço dela, no quarto dela. É melhor pra nós três. Algumas famílias se dão melhor com a cama compartilhada (bebê dormindo na cama dos pais), e nesse caso o berço se torna inútil. Protetores de berço não são necessários, mas deixam o quarto mil vezes mais fofo. Travesseiro também é dispensável, Alice até hoje não usa. Se o bebê tiver refluxo, aí sim é preciso colocar.

- Cômoda ou guarda-roupa: comprei os dois. Ganhei muitas fraldas mesmo, e precisei de lugar pra guardar. Ainda uso muito os dois, mas acho que só a cômoda ou um guarda-roupa bem dividido já seria o suficiente.

- Trocador: tem gente que usa a parte de cima da cômoda, com um colchonete. Eu amei ter comprado o trocador, Alice, quando bem novinha, simplesmente adorava ficar nele.

- Poltrona de amamentação: um conforto a mais, sem dúvida, mas um sofá confortável ou bons travesseiros na cama são suficientes.




ROUPINHAS:

- Todo mundo fala pra não comprar muita roupinha RN (Recém-nascido) porque o bebê cresce logo e quase não usa. Tudo bem que não vai comprar 20 conjuntinhos desse tamanho, mas tem que comprar alguns, sim. Alice usou bastante, e uma amiga que teve filho pouco antes de mim sofreu porque comprou tudo P pro filho dela e as roupinhas ficavam todas enormes.

- Eles gofam muito nos primeiros meses, logo sujam muita roupa. E não troque logo, não, pra ver o cheiro azedo insuportável que fica! kkkkk! Tenha, sim, um estoque razoável de peças RN e P.

- Os conjuntos chamados de "pagãozinho" (calça+blusinha) são lindos, mas não são práticos. Quando pegamos o baby no colo, é um tal da blusa levantar, ficar costas e barriga de fora, fica desarrumado e dá uma agonia danada. Nossa paixão, por aqui, foram os bodies, com short ou calça por cima. A roupinha fica sempre no lugar.

- Sapatinhos são altamente desnecessários, meinhas já resolvem bem o problema.

- Na Tip Top vendem uns macacõezinhos com mangas e pernas compridas, cobrindo os pezinhos, parte da linha Underwear. O primeiro que compramos pra Alice era todo branco, razão pela qual apelidamos esse tipo de roupa de "fantasminha". Até hoje é unanimidade aqui em casa. A gente põe por baixo de outras roupas quando está um pouco mais frio e ela sempre usa para dormir (cobre o corpo todo sem esquentar demais). Acho um dos melhores investimentos para bebês em termo de roupas.

- Em Brasília não faz muito frio, principalmente na época em que nascerão os bebês das atuais grávidas. Não se impressionem pelo friozinho dos últimos dias. Comprem mais roupas fresquinhas. Mantas, cobertorezinhos, etc, etc, uma manta leve pra enrolar o bebê na hora de sair e um cobertorzinho são mais que suficientes.


UTENSÍLIOS

- Chupeta, se optar por dá-la ao bebê, compre uma só. Alice não aceitou de jeito nenhum, e se torna um gasto inútil.

- Bebê até seis meses deve apenas mamar no peito, deixe pra comprar mamadeiras se e quando for necessário.

- Fraldinhas de pano compre às dezenas. Como disse, essa mania dos bebês gofarem suja muita coisa.

- Móbiles de berço são legais. Distraem o bebê.

- Bebê conforto é essencial. Não entre no carro sem ele.

- Sling é absolutamente tudo de melhor no mundo, principalmente pra bebês novinhos. Ali o bebê fica bem aconchegado à mãe e ela fica com as mãos livres para fazer o que quiser. Além disso, com o bebê bem escondidinho naquele monte de pano, ninguém tem coragem de ficar pegando no colo o tempo todo, o que é um saco para mãe e bebê. Também compramos aquele canguru (que o bebê fica pendurado em algo que parece uma mochila), mas não funcionou muito bem,não...

- Resista à tentação de comprar super-carrinhos. Aquele carrinho que desmonta que nem guarda-chuva é o único que realmente vale a pena.

- Banheira: usamos pouquíssimo. O banho de balde costuma ser mais gostoso pra criança e menos trabalhoso para os pais.



Se lembrar de mais coisas, vou colocando por aqui!